domingo, 14 de junho de 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
| Alcachofra com purê de cebolas e parmesão do Gabbro. |
| Farol de Santa Marta, em Cascais. |
| Nazaré, Portugal. |
| Fátima, Portugal. |
| Ginja Mariquinhas. |
| Confeitaria Peixinho. |
| Restaurante Escondidinho, Porto. |
| Mercado Bolhão, Porto. |
| Taylor's museum circuit. |
| Vila Nova de Gaia. |
| A francesinha. |
| Coliseu Porto. |
| Gelateria Portuense e o sorvete de figo e nozes. |
| Livraria Lello. |
| Bacalhau com natas, do Costa do Sol em Aveiro. |
segunda-feira, 6 de abril de 2026
| Pizzaria Coppola, portinha ao lado do nosso apartamento. |
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Estou no terceiro livro do começo de ano. Trago muitos livros do Brasil, gosto de ler livro físico, antes de dormir, em português, me sinto confortável, "ah, preciso treinar a leitura em inglês também", preciso, mas quando vou ler por prazer e não por estudo, leio em português mesmo, bem feliz. Aliás, dois livros de um autor que conheci ano passado, Tom Cardoso. Um deles é Crônicas do Tom, textos para quem tem um parafuso a menos. Adooooro gente que tem histórias para contar e, principalmente, que sabe como contar! Ele também fez a biografia da Cássia Eller, estou terminando. Ele é ótimo!
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| Crônicas do Tom, Tom Cardoso. |
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| Eu queria se Cássia Eller, Tom Cardoso. |
Li também um best seller, não vou falar nome, nem gênero, mas logo você vai adivinhar. Foi um presente, não é o tipo de livro que procuro, mas achei bom, pude aproveitar alguns pensamentos, tive alguns gatilhos, mas depois, nos 75% do livro, eu pensei: "mas porque eu estou lendo esta parte?". Achei que a fórmula do livro tinha funcionado só até ali para mim, me desconectei. Daí peguei o conhecimento que me foi passado, para aplicar na minha vida. E, a partir disso, escolhi um tema e uma sequência de subtemas que por si só já dizem tudo que deve ser feito. E se estes subtemas fossem desenvolvidos, dariam um manual, quiçá um livro, mas são frases-chaves. Quem sabe daí não sai algo. Por que não?
Pequeno planejamento para transformar o cotidiano
- Sim, a rotina é necessária
- Deixando que a rotina deixe de ser tão boring
- Tarefas e obrigações podem ter uma cara melhor
- Cuidando da autoestima
- Se fazendo confortável
- Fazendo com os que estão ao seu lado mais confortáveis
- Dar espaço as coisas que você gosta de fazer
- Planos e sonhos
- Criar o meu espaço
- Cuidar do meu espaço
- Ler, escutar música
- Sair de casa, se inspirar no que você vê
- Plano de viagem
Ah, os bonecos de neve do Snow Day, as xícaras de chá, de café, de chocolate quente e os potes de sopa. Parece gostoso, é bonito de ver e tals, mas quem mora num lugar onde "não eram" frequentes as nevascas, e consequentemente ainda não está preparado para isso, a rotina de neve não é tão suave. Digo isso, porque a região onde moramos não é tão comum nevar, e consequentemente não vemos serviço de limpeza de ruas secundárias, terciárias, deve haver um plano, mas ele é mais devagar. Por exemplo, não vejo sal de derreter gelo no mercado como um produto sazonal de primeira, e em épocas como essa, ele some das prateleiras muito rápido.
Por aqui estamos há quase duas semanas sem aulas. As ruas secundárias, terciárias continuam escorregadias. O ônibus escolar não passa. Os estacionamentos ainda não foram limpos, cada um limpa sua calçada por conta própria, alguns jovens se oferecem para o serviço em troca de um bom tip. Eu particularmente gosto de limpar minha calçada, dá aquela sensação de ser serviço bem-feito que você vai espiar a toda hora. E é assim, um vizinho sai pra limpar, o outro meio que se sente na obrigação de fazer, e começa aquela disputa de quem foi mais caprichoso primeiro.
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| Segunda neve de janeiro. |
Sobre a correria do mercado. Sim, existe aquela correria pelos itens básicos ou não perecíveis fáceis de comer. Aqui em casa funcionou assim, de olho na previsão, calculamos que ia ser um fim de semana prolongado e ilhado. Foi o que aconteceu, primeiro, segundo e terceiro dia você fica em casa, no quarto você já começa a saracotear (mercado, trabalho, quem é obrigatório e seguro estar no local). Eu ponho fé que não vai faltar luz, então penso no bolo, no pão caseiro, em usar o forno. O fogão é a gás então dá pra usar tranquilamente. Se faltar luz, vai ficar muito frio sem o aquecimento, daí vamos ter que aprender a usar a lareira que nunca ligamos e tirar todos os cobertores possíveis do armário, isso nunca aconteceu conosco. Mas celulares devem ficar carregados, lanternas, velas a mão.
No mais a rotina segue dentro de casa, com todos trabalhando juntos, criança fazendo as tarefas de escola, pais trabalhando online e na rotina da casa. E é um tal de comer e beber que tem uma hora que chegaaaaa!
Semana passada com as estradas limpas, deu para chegar até o centro da cidade, onde os restaurantes esperam ansiosamente por clientes. Janeiro costuma ser o pior mês para os negócios locais. Fomos na sexta no restaurante que tem gostinho de New Orleans, e aquele tempero é perfeito para dias frios. Estava tudo uma delícia, do atendimento as comidas e bebidas. Voltamos pra casa sã e salvos. Havia nova previsão de neve para o dia seguinte e o fim de semana teve muita neve. Tiramos neve da calçada no sábado e voltamos a tirar no domingo. O porquê dessa pressa é que a neve pode virar gelo, daí perde aquela consistência de areia fofa, daí o trabalho fica mais duro.
| Shrimp and grits do Blue Denin. |
| Sexta antes da segunda neve. |
E a marmota neste último dia 02 de fevereiro, em Punxsutawney, na Pensilvania (já morei lá perto e nunca fui visitá-la), previu um inverno longo.
Quer saber mais sobre o Dia da Marmota, clique aqui:
Dia da Marmota (Groundhog Day)
domingo, 1 de fevereiro de 2026
O "depois" virou as fotos abaixo. Aqui vou tentar relembrar de onde veio cada peça, sua história e significado para mim.
| As bases. |
| Terminei a noite. Com a luz artificial. |
| Com a luz natural. |
| Calendário da Arado. |
| Ilustração, tags, livrinho e fita. |
A ilustração aí é de @anacardia_ilustra, eu achei muito fofa, lembro que teve uma época que eu tentava pintar ou desenhar esse estilo de cabelo pro ar. As duas tags amarelas eu fiz, gosto dos trechos que selecionei. O livrinho é um porta-post-it. E aquela flor seca é do bolo mágico da Renata, vai lá no meu Instagram (@joujou.melendres) ver esse bolo. Ela é incrível. A fita eu comprei na Village Fabric Shop, ali no Reynolda Village, como ela é muito linda e estava muito guardada, achei que assim ela ia aparecer mais.
| Sacolinha para compras. |
Essa sacolinha de feira estilo retrô é muito fofa. Andamos bastante para poder visitar esta loja adorável. E foi outro atendimento muito simpático, foi lá que comprei meu primeiro Guaramão. E ela está num "pendurador" que eu comprei em Buenos Aires e ficou guardado por anos.
A boneca da @anacardia_dolls ganhei de aniversário, as bonecas dela são uma arte, muito disputadas quando ela põe à venda. Foi um presente especial de minhas irmãs. As fitas vieram da mesma loja que já mencionei, a sacolinha foi uma embalagem para presente da caprichosa @my_little_doll7, que tive a chance de conhecer na @quermessedamary em nosso primeiro dia em BH.
Dias de gelo e neve em nosso inverno. Uma semana sem aula, e vamos começar a semana sem aula denovo. Hoje saiu um sol lindo de viver, as temperaturas continuam baixas, agora são 13h e poucos, faz -2°C com sensação de -4°C, de madrugada a sensação era de -17°C, por causa do vento súli.
Fizemos comidinhas, bebidinhas, limpamos duas vezes a calçada (eu e Flavio dividimos meio a meio), consigo treinar em casa, mas é muito tempo olhando essas paredes, que resolvi colocar minhas coisinhas mais à vista. Já tinha comprado dois murais na Target, achei mais duas bases que quase foram vendidas ou doadas. Aí comecei a pensar como poderia dispor tudo. Eu e Flavio fizemos as medições, e ele pregou pra mim. Desisti de pregar os castiçais (da 2ª foto) e agora tenho novo planos pra esses dois lindos. Este é o antes:
| Parede vazia como podem ver. |
| Bases para pendurar na parede. A do calendário era um porta-retrato. |
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
A neve começou tímida no sábado, domingo pode-se dizer que nevou. Crianças lembravam o desenho do Snoopy, animados com o snow day, subindo e descendo com seus sleds. A vizinha fez cuca e me chamou pra comer quentinha com café passado na hora. Ah, a animação de um fim de semana frio e cozy! Mas daí veio a segunda, a terça, a quarta, e teremos a quinta sem aula... Não nevou mais, mas com as baixas temperaturas virou tudo gelo. O carro saiu da garagem, consegui limpar a calçada, porque eu adoro limpar uma calçada de neve, no caso foi gelo, mais força. Conseguimos ir ao mercado. Eu já estava ficando preocupada, será que comprei papel higiênico suficiente. Comida sempre tem. E graças a Deus não faltou energia. E parece que vem outra frente fria no próximo fim de semana. Talvez mais uns dias ilhados, mas as temperaturas prometem subir a partir da próxima terça, quando fevereiro já bater na porta.
Sexta fomos dar nossa bordejada no "bar do bairro". Observando
o movimento, a gente sempre fica preocupado se a banda vai ter "quorum" (dá pra usar quorum aqui?), porque a
gente tem que prestigiar o artista local. As mesas todas ocupadas, de repente o
casal da mesa ao lado foi embora, só jantaram e se mandaram. Pow, sacanagem. Alguém
por favor para ocupar essa mesa. Uma família de 3 pessoas, dentre elas, uma
jovem com seus menos de 20 anos. Um cachorrinho. João se animou a interagir.
Tenho muito cuidado porque não acho que os donos gostam muito que fiquem em
cima dos bichinhos. A moça disse “Viemos pelo food truck de sushi, é muito bom”.
Entendiiiii = "Vamos comer, e já vamos sair fora, não importa se meus pais
arriscarem a gostar da banda". Daí para ajudar, um senhor levou outro pet, um
cachorro urso, lindo e gigante. E resolveu que os pets tinham que fazer
amizade. Se a menina não queria socializar, daí ali ficou difícil, porque
alguém tinha que proteger o cachorro menor, o outro era bonito, parecia
bonzinho, mas há um desconforto, devido até ao tamanho da boca dele. Foi só o tempo do sushi mesmo. A mesa desocupou
fácil. Mas vieram outros, a noite foi boa.
Flavio tem o capricho de seguir a receita corretamente. Admiro isso, eu tenho preguiça, leio uma vez, vejo o vídeo rapidamente, só volto para me atestar das quantidades. Quando ele faz um ovo mexido, me atento aquela mexida dos chefs aquela que torce o meio da omelete, tem uns que fazem até com um hashi, acho fino. Já vi Flavio se aprimorando nesse movimento, eu nem tento. Faço a omelete e depois pico com a colher de pau reta, como se estivesse separando carne moída. HAUAHUAHAUHA! O mesmo acontece com a farofa de cuca, tenho preguiça da farofa de cuca, a minha não fica igual, não seiiiii fazer aquela consistência! E assim minha cuca sai do forno com a farofa toda molhada.
Resolvi usar tampão no ouvido nas aulas da academia, demorei a olhar com carinho praquela caixinha com tampões free na entrada da sala, nem sabia como tirá-los dali. Hoje meus ouvidos funcionam, ouço bem, graças a Deus. Mas por que abusar dos meus tímpanos ouvindo música muito alta? Outro dia a profa ligou o som e sem querer estava no volume máximo, todo mundo fez cara de dor, ela se desculpou, tudo bem, e eu já estava com meu tampão, pensando, muito sabida: "Oi? Onde dói? Aqui não senti".
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Fui para conhecer mais algum lugar de Minas, estava entre Ouro Preto e Inhotim. A parte histórica de Ouro Preto estava me puxando mais, mas Inhotim também despertou minha curiosidade.
Eu havia passado por uma agência de turismo do Mercado Central, mas não obtive sucesso, estava chovendo, o que tinha já estava lotado, mesmo assim deixei meu contato aguardando retorno e cobrando. Quando cheguei no hotel em BH no fim de tarde, perguntei na portaria se poderiam me indicar alguém para o passeio, e recebi um cartão. Era de uma mulher (@flaviataxibh), conhecida até no jornal, isso me deu um ânimo. Entrei em contato e ela estava disponível, poderia fazer das 8h às 16h, Ouro Preto e Mariana. Decidi fazer só Ouro Preto, para focar em pontos específicos. Assim que deixei tudo acertado, fui direto fazer meu roteiro. Fui relembrar minha história com Ouro Preto, da época da adolescência quando li "A Ladeira da Saudade" e a partir disso, fiz o roteiro do romance de Tomás Antônio Gonzaga e sua "Marília de Dirceu".
Segue o roteiro:
- Casa de Gonzaga
- Ponte dos Suspiros
- Chafariz do Largo de Marília
- Escola Estadual Marília de Dirceu de Ouro Preto (onde foi a casa dela)
- Igreja São Francisco de Assis
- Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição
- Museu da Inconfidência
- Restaurante Conto de Réis
- Museu da Casa dos Contos (se não estiver chovendo, fazer Parque Horto dos Contos, dá pra entrar ali pelo Museu dos Contos, no jardim)
- Igreja do Pilar.
Da Casa de Gonzaga fui até a janela de onde ele avistava a casa de sua amada, das janelas também pude ver a vistosa igreja defronte (a Igreja São Francisco de Assis). Dali desci à pé até a casa de Marília. No meio do caminho uma curiosidade importante de minha família relacionada à Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. Meu avô era desenhista e ficou incumbido de fazer o projeto da Igreja Matriz de Imbituba, ele teria ido a Ouro Preto para se inspirar. E de lá voltou com ideias para o projeto. Hoje a Igreja de Imbituba se chama Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição de Imbituba, e na frente há uma placa em homenagem a meu avô. Entrei na Igreja São Francisco de Assis, e dali fui ao Museu da Inconfidência, muito forte a presença de tristes lembranças daquela época. Das caminhadas pelas ladeiras fui almoçar no Conto de Réis, o torresmo é um dos melhores que já provei. Por fim, passei na Igreja do Pilar, a terceira mais rica em ouro. E depois de tanta história, senti toda a nostalgia de um lugar que tinha que ser conhecido, que já havia feito morada no meu coração quando eu li o livro. E é claro, reli a "Ladeira de Saudade" e pude lembrar de cada trechinho que visitei.



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