quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Quarta - Hoje foi o dia da emoção nível hard. Foi o dia de visitar o lugar e a história que me trouxeram aqui.
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| A foto atualizada |
Para mais fotografias: @joujou.melendres
No portinho de Morro, atracamos, e subimos as duas ladeiras íngremes da entrada, o Portaló ainda estava ali, igual ao que deixamos, mas dessa vez escolhemos outro lugar para ficar. Trinta reais por bagagem, bem pagos. Para chegar até nosso hotel Sambass Pousada, na segunda praia, ainda teria mais ladeiras no caminho.
O hotel Sambass fica localizado no meio da 2ª praia, amamos ficar aqui pois de um lado estamos a uma caminhada boa até o centrinho e, do outro, das piscinas naturais da 3ª praia.
Pela manhã, cedinho, a maré estava mais cheia. No meio da manhã já tinha baixado e, depois de um café da manhã, caminharmos até as piscinas naturais. Fomos dois dias seguidos, João deu comida aos muitos peixes e disse que aquele era o melhor dia da vida. A tarde foi de piscina, almoço no centrinho, a moqueca do Bossa Nova Bistrô estava maravilhosa! Raspamos o prato, sorte a nossa ser brasileiro e desfrutar dos nossos sabores. Teve cocada do Júlio e drink no cacau. Tudo uma delícia!
Ainda na tarde de sábado, caminhamos até o farol, vimos o pessoal descendo na tirolesa, e acompanhamos o pôr do sol.
Hora de retornar a Salvador e continuar o roteiro.
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| Morro de São Paulo - Bahia |
Mais fotos (Instagram): @joujou.melendres
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| Foto da primeira vez que fui à Casa do Rio Vermelho |
Este ano completo 50 anos e escolhi de presente de aniversário uma viagem. O destino é muito especial, a Bahia. Já tivemos a oportunidade de ir algumas vezes a Bahia, mas, da última vez que fomos, a Casa do Rio Vermelho ainda estava em reformas, e sou louca para conhecer este lugar!
A Casa do Rio
Vermelho foi a morada da família de Zélia Gattai e Jorge Amado. Minha conexão
com este lugar começou quando li meu primeiro livro de Zélia Um chapéu para
viagem, fiquei completamente apaixonada pelas histórias contadas por ela e
passei a ler tudo o que ela havia escrito. Quando comecei a ler ainda não
morava fora do país, cheguei a enviar cartões para a escritora, que foram
respondidos graciosamente, guardo estes tesouros com muito carinho. Depois que
vim morar nos EUA, reli os livros e minha conexão só aumentava. Inclusive, até
um detalhe que havia passado desapercebido na primeira leitura, Jorge e Zélia
chegaram a morar por aqui por um curto período, e ela descreve essa experiência
tão bem.
Posso afirmar
que Zélia e Jorge me fizeram amar a Bahia, a cultura, a gastronomia, o sotaque,
as cores. E este foi o principal motivo para celebrar meus 50 anos lá.
Ainda estava
pensativa sobre esta viagem, se ia dar certo ou não, por onde começar, quando
visitando o Instagram da Astrid vejo um post falando de um hotel em Itapuã
chamado Casa DiVina. Vinicius de Moraes havia morado ali, fui procurar informações
e o poeta morou ali, há um acervo com vários pertences do poeta, você inclusive
pode ficar no quarto que foi dele. Essslouqueci com essa informação!!! Sendo
apaixonada por bossa nova, e toda a história que Vinicius fez parte, eu tinha
que estar ali. O preço do hotel é acessível, fiz reserva direta com eles sem
precisar pagar nada antecipado. Pronto, foi dada a largada decisiva para voltar
a minha querida Bahia. E apagar a primeira impressão que tive de passar uma
tarde em Itapuã. Desviando um pouco, nossa primeira vez em Itapuã não foi lá
essas coisas, pegamos um transporte e descemos em uma praia próxima, ali muitos
vendedores, aquela coisa pra turista, isso era perto do meio-dia, resolvemos ir
a pé até Itapuã. Um sol de rachar, a caminhada foi longa, cheguei em Itapuã
irritada, sentei-me numa cadeira de plástico de um barzinho e ali fiquei naquele
mau humor desnecessário, perdendo a chance de apreciar o lugar. Agora, volto lá
olhando Itapuã do ponto de vista de Vinicius.
Há alguns anos
também acompanho as crônicas de Paloma Amado, filha de Zélia e Jorge. Tenho o
livro dela sobre a culinária baiana citada nos livros do pai, é uma obra linda.
E de vez em quando participo comentando os posts dela nas redes. Um dia desses
tive a ideia de convidá-la para almoçar conosco para celebrar meu aniversário,
ela aceitou. Como o convite foi por rede social, achei mais apropriado escrever
uma carta e fiz reserva num restaurante maravilhoso perto da Casa do Rio
Vermelho. Ainda preciso confirmar se ela vai realmente.
Como vocês podem
ver, isso tudo vem sendo sonhado e planejado nos meses que antecedem a viagem,
e um mês antes de ir, acabo de saber duas novidades que acabam de ser
divulgadas na mídia: 1. na semana que estarei em Salvador vai acontecer a
Flipelô: a festa literária internacional do Pelourinho, 100% gratuita, Paloma é
uma das escritoras confirmadas. E a Fundação Jorge Amado completa seus 40 anos.
Uauuuuuu! Que momento único!! (Atualização. Saiu a programação da Flipelô:
Paloma vai participar de uma mesa de debates no dia 6 de agosto, no dia do meu
aniversário!).
E pra me deixar
ainda mais esfuziante, novidade 2: Fernanda Torres vai apresentar sua aclamada
peça A Casa dos Budas Ditosos no Teatro Castro Alves. Genteeeee! O que é isso!!
Só de saber que ela vai estar lá, já fiquei feliz, imagine minha alegria se eu
puder ver. (Atualização: Fernanda Torres divulgou que o Teatro vai começar a
vender os ingressos, preciso estar conectada para tentar esse ingresso. Atualização 3: consegui comprar o ingresso. Foi muito disputado. Em 10 minutos tava sold out. Que alegria!).
E mencionando
minha busca pela culinária, é claro que tenho minha lista de restaurantes a
visitar. Inclusive fiz reserva com muita antecedência porque o centro histórico
vai estar movimentado. Então vai ter Casa de Tereza no Rio Vermelho; vai ter
Casaria no Palacete Tira o Chapéu, aliás este lugar é lindo e tem outras opções
muuuuuito convidativas, como o Pala7 no roof top; vai ter Dona Mariquinha...
gostaria muito de experimentar o pão delícia do Pãozito. Sem mencionar que o
hotel deve ter aquele café de manhã de hotel brasileiro imperdível. Então muita
calma nessa hora!
Como vão
acontecer muitas emoções em Salvador, acho que nosso foco vai ser ali no Centro
histórico mesmo, vai rolar Museu da Misericórdia que ainda não conheço e
planejo voltar na Fundação Jorge Amado.
Pra descansar, vamos passar uns dias em Morro de São Paulo e apresentar este paraíso para nosso João. Estes são os planos, aguardemos.
Para escolher o
hotel do Morro de São Paulo, eu já tinha como referência nossas duas visitas.
Ficamos duas vezes no Portaló. Faz mais de 10 anos de nossa ida, e o que marcou
desse hotel foi a localização. Ele é praticamente na “porta” da ilha, você
desce do barco e dá de cara com o hotel, tem uma ladeira e é ali. Se não me
engano, na metade da ladeira você vira pro hotel. Inclusive se você entrar no
site oficial do hotel, em uma das fotos das mesas ao ar livre, você vê o
portinho da entrada.
Lá ficamos nos
chalés com nome de autores famosos, Flavio fez uma surpresa pra mim, na época,
e ficamos no chalé Zélia Gattai. Da piscina, do deque vê-se o mar, a comida era
boa, o atendimento também. E estava pertinho do centrinho, a poucos passos dos
restaurantes, do agito. Tentei reservar ali, mas não consegui.
Pesquisando mais
um pouco, decidimos por um hotel na segunda praia, praticamente no meio da
muvuca. Eu já caminhei até as outras praias, mas acho longe, não sei como está
agora. Mas se a gente pega um hotel na terceira praia, sei que sair pra jantar
já depende de um transporte, os hotéis até têm, mas dá um pouco de preguiça, eu
prefiro fazer tudo caminhando. Vamos
ver como vai ser.
Mais fotos: @joujou.melendres
terça-feira, 30 de junho de 2026
Acordamos às 3h pra pegar o voo no aeroporto de Charlote rumo a Houston, Texas.
Uma hora e poucos de estrada, uma lua quase cheia no céu nos acompanhando, a lua cheia ia ser na noite de São Pedro. Aliás, os Santos juninos nos deram muita sorte até aqui.
Voo tranquilo, graças a Deus, chegamos em Houston e foi só o tempo de deixar as mochilas no hotel, colar um brilho no rosto e ir pegar o trem.
Já no estádio, nossos assentos eram atrás do gol, e por ali uma turma muito animada de brasileiros com seus batuques seguiu cantando e entoando músicas do início ao fim do jogo. O jogo foi emocionante como todos puderam ver, e se perdesse eu já tava até conformada de perder pra um povo educado. Mas perder não é bom de qualquer jeito, né.
Pra sair do estádio, a animação contagiante tomou conta do estádio. Mas na hora da fila pra pegar o trem da volta… affff! Muito calor, muita espera e muita paciência. Ainda saímos pra comer, mas todo mundo pensou igual e a fila dobrava a esquina, e era uma fila no sol pra comer bbq. Havíamos pegado um Uber pra ir nesse restaurante, mas não rolou. Achamos um restaurante bem gostoso há alguns quadras dali, comemos bem, pegamos uma boa mesa no ar condicionado e o melhor não pegamos fila alguma. Não era bbq, mas foi até melhor, o cardápio variado permitiu comer mais leve na janta, coube até sobremesa.
Hoje sim, acordamos mais tarde, e seguimos com a ideia do bbq pro almoço. Fomos no Truth, que brisket maravilhoso, acho que foi o melhor que já comi, a costela e a linguiça tavam bem boas, mas foquei no brisket. Posso dizer que comi um autêntico bbq texano muito bem feito por sinal. A fila também era grande, mas não era sob o sol, e eu e João fomos dar uma olhada dentro do restaurante e deu pra sentar numa mesa e pedir um drink, enquanto Flavio enfrentava a fila. Mas ajudamos, trazendo todas as mochilas com a gente.
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| Truth - bbq no Texas |
sexta-feira, 26 de junho de 2026
domingo, 14 de junho de 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
| Alcachofra com purê de cebolas e parmesão do Gabbro. |
| Farol de Santa Marta, em Cascais. |
| Nazaré, Portugal. |
| Fátima, Portugal. |
| Ginja Mariquinhas. |
| Confeitaria Peixinho. |
| Restaurante Escondidinho, Porto. |
| Mercado Bolhão, Porto. |
| Taylor's museum circuit. |
| Vila Nova de Gaia. |
| A francesinha. |
| Coliseu Porto. |
| Gelateria Portuense e o sorvete de figo e nozes. |
| Livraria Lello. |
| Bacalhau com natas, do Costa do Sol em Aveiro. |

















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